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Consciência em crise: de Jung e Morin às filosofias críticas da modernidade

Atualizado: 24 de jun.

Há momentos em que a vida parece simplesmente não caber mais na consciência que temos dela. De repente, tudo o que “funcionava” – rotinas, certezas, papéis – começa a ranger. O trabalho perde sentido, relações se esvaziam, decisões viram automatismos. Não é exatamente uma crise moral ou política; é mais íntimo: uma crise da maneira como estamos conscientes de nós, dos outros e do mundo.

Pensar a evolução e as limitações da consciência, hoje, exige ir além do velho sujeito moderno racional. A comparação entre Jung e Morin – tão bem articulada por Daisy Camargo (2007) – oferece um eixo privilegiado para isso. Eles mostram que a consciência não é um espelho neutro que “reflete” a realidade, mas um campo vivo de paradoxos, mitos, afetos e saberes, atravessado por uma vida que é maior do que nós.



O sujeito moderno: consciência reduzida ao controle


Durante muito tempo, fomos educados para pensar que consciência é controlar. Controlar emoções, controlar o mundo, controlar o corpo, controlar a narrativa da própria biografia. A escola reforça isso: valoriza o aluno concentrado, “objetivo”, que não se distrai, não fantasia, não se perde em perguntas “sem uso”. As ciências modernas, na sua versão mais empobrecida, fazem o mesmo: pedem que o pesquisador desapareça atrás do método, como se fosse possível conhecer sem estar implicado.


Edgar Morin chama esse conjunto de hábitos mentais de “grande paradigma do Ocidente”: paradigma de disjunção, redução, determinismo. Disjuntivo, porque nos separa de tudo: sujeito de objeto, razão de emoção, ciência de mito, homem de natureza. Redutor, porque transforma a pluralidade do real em uma variável única – o econômico, o biológico, o racional – e manda o resto para a sombra. Determinista, porque imagina que basta descobrir a causa “verdadeira” para explicar a realidade.


No cotidiano, isso aparece quando alguém diz, por exemplo: “Isso é só psicológico”; “Isso é só cultural”; “Isso é só biológico”. Ou quando reduz a própria crise a um diagnóstico rápido: “É só estresse”, “É só falta de fé”. O resultado é uma consciência estreita, que tenta se proteger simplificando tudo – e que, por isso mesmo, não consegue mais dar conta da complexidade da vida.


Jung: quando a consciência descobre que não manda em tudo


Jung entra nesse cenário quase como um “contrapsicólogo” da modernidade. Ele parte da experiência clínica: pessoas que chegam dizendo “não sei mais quem sou”, “minha vida perdeu o sentido”, “não entendo minhas reações”. E descobre que não se trata apenas de ideias erradas, mas de uma consciência que assumiu para si uma tarefa impossível: controlar sozinha a totalidade da vida psíquica.


Jung desmonta essa pretensão colocando o ego em seu lugar: não é o rei do castelo, é apenas um cômodo numa casa muito maior. Essa casa é a alma, ou psique total, que inclui um inconsciente pessoal (lembranças, traumas, conteúdos reprimidos) e um inconsciente coletivo (arquétipos, mitos, imagens universais). A consciência é uma espécie de luz que percorre essa casa, mas não a ilumina toda. Há salas, porões e sótãos que continuam na penumbra – e é dali que vêm muitos dos sintomas, sonhos e impulsos que nos surpreendem.


Um exemplo cotidiano: alguém que se orgulha de ser “muito racional” e despreza emoções como “drama”. Esse desprezo, como Jung mostraria, costuma esconder uma sensibilidade muito grande, que foi reprimida na infância – talvez porque chorar foi visto como fraqueza, sentir como coisa “de mulher”. Quando essa pessoa começa a ter crises de ansiedade, ou explosões de raiva por coisas aparentemente pequenas, é o inconsciente batendo à porta. A consciência, tal como está, não dá conta da própria vida.


O processo de individuação – o conceito central de Jung – é justamente o movimento em que a consciência aprende a dialogar com o que antes excluía. Isso aparece em gestos mínimos: dizer um “não” que nunca era dito; admitir uma tristeza que sempre era mascarada com piadas; aceitar um desejo que não se encaixa na imagem “ideal” de si. Cada vez que o ego deixa de encenar apenas o papel esperado e se arrisca a ouvir o que vem da alma, a consciência se torna um pouco mais ampla, menos defensiva, mais real.


Morin: quando a consciência descobre que está dentro do mundo


Morin faz algo semelhante, mas no plano da epistemologia e da experiência histórica. Sua crítica ao paradigma disjuntor‑redutor‑determinista nasce do encontro com crises concretas: guerra, barbárie, fracassos políticos, desafios ecológicos. Ele percebe que o modo “cartesiano” de separar e simplificar não consegue mais ler um mundo feito de sistemas interdependentes, retroações, emergências.


No plano da vida diária, isso se vê quando tentamos explicar um conflito familiar “só” pela psicologia, “só” pela economia, “só” pela política, e nada encaixa bem. A situação envolve tudo ao mesmo tempo: história, afetos, crenças, desigualdades, imaginação. Para Morin, consciência é justamente a capacidade de pensar essas ligações sem desmontar o tecido vivo em pedaços isolados.

Daí sua fórmula: “estou no mundo que está em mim”. Conhecer é sempre, ao mesmo tempo, autoconhecer-se. Quando estudamos um fenômeno social, também revelamos algo sobre o modo como estamos organizando nossa própria mente; quando nos analisamos, também revelamos algo sobre a cultura que nos produziu. A consciência deixa de ser torre de observação e vira parte de um circuito: sujeito e objeto se coproduzem.


Um exemplo simples: ao ler notícias sobre crise climática e sentir apenas indiferença ou cansaço, estamos revelando muito sobre a forma como nossa consciência foi treinada para se proteger – fragmentando, desligando, reduzindo o impacto do real. Pensamento complexo, para Morin, começa quando reconhecemos esse mecanismo defensivo e tentamos religar o que foi separado: ciência e mito, indivíduo e espécie, local e global.


Mitos, fantasia e poesia: a consciência que precisa de histórias


Jung e Morin convergem de forma admirável na defesa da dimensão simbólico‑mítica. Nenhum dos dois idealiza “voltar ao mito”, como se bastasse rejeitar a ciência. Mas ambos apontam que expulsar o mito da consciência gera uma espécie de anemia existencial.


Para Morin, uma racionalidade que tente eliminar toda dimensão simbólica e mítica acaba esvaziando o próprio pensamento, porque rompe com a experiência vivida, com a afetividade e com a subjetividade.


Nós precisamos de histórias para existir: narrativas de origem, imagens de futuro, mitos pessoais (quem eu acho que sou), mitos políticos (quem “nós” somos enquanto coletivo). Quando tentamos viver só com modelos, equações e diagnósticos, o mundo perde densidade, e a consciência perde chão.


Ele propõe religar mytos e logos num “pensamento unidual”: a razão precisa do seu duplo mítico, e o mito precisa de uma razão capaz de se criticar.  Observe-se a diferença entre uma “explicação técnica” da pobreza e uma “história” sobre injustiça, dignidade, humilhação. A primeira é necessária para políticas públicas; a segunda é indispensável para que haja mobilização, solidariedade, sentido. Sem mito, não há projeto coletivo; sem razão, o mito vira fanatismo.


Jung, por sua vez, insiste no pensamento‑fantasia como prática cotidiana. Não se trata de imaginar mundos escapistas, mas de dar espaço às imagens que emergem da alma – nos sonhos, nas intuições, nos devaneios – e deixar que elas nos interroguem. Uma pessoa que nunca se permite “perder tempo” fantasiando, que só aceita pensamentos úteis e produtivos, fecha a porta justamente para o tipo de conteúdo que poderia reequilibrar sua vida: desejos não vividos, medos ainda sem nome, vocações abafadas.


Crise como oportunidade: o tempo que rasga a rotina


Tanto Jung quanto Morin levam a sério o papel da crise. Morin fala da crise como momento em que os determinismos regridem e as incertezas progridem. É quando nossas regras habituais deixam de funcionar, a desordem aumenta, e precisamos inventar outra coisa. Jung, na sua linguagem, dirá que é quando o tempo kairótico irrompe: um tempo qualitativo, de ruptura, que interrompe o fluxo homogêneo da rotina.


No cotidiano, uma separação amorosa, um adoecimento, a perda de trabalho, ou mesmo um “cansaço sem nome” podem ser experiências kairóticas. São incômodas, às vezes devastadoras. Mas, vistos pela lente de Jung e Morin, são também oportunidades de individuação e de complexificação da consciência. A pergunta que ambos sugerem, cada um à sua maneira, é: o que esta crise está tentando me dizer sobre a forma como estou consciente da minha vida?


Morin vê a crise como momento em que o pensamento simplificador se revela insuficiente, e o pensamento complexo é exigido. Jung vê a crise como momento em que a unilateralidade consciente entra em colapso, e o inconsciente exige direito de palavra. Em ambos, a crise não é só “problema a resolver”; é laboratório de transformação.


Limites e expansão: por que essa consciência não é “superior”


Seria tentador concluir dizendo: Jung e Morin representam uma consciência mais evoluída, mais ampla, capaz de compreender tudo. Mas essa tentação reproduz justamente o velho paradigma que eles criticam: a ideia de um ponto de vista absoluto, que finalmente “resolve” o problema.


O que eles oferecem, em vez disso, é uma consciência mais humilde e mais ambiciosa ao mesmo tempo. Humilde, porque sabe que nunca vê tudo, que sempre traduz, filtra, imagina, se engana. Ambiciosa, porque aceita lidar com paradoxos, mitos, incertezas, complexidade, em vez de se proteger por simplificações rápidas.


Na prática cotidiana, isso pode significar coisas como:

  • admitir que não entendemos completamente um conflito político e mesmo assim nos engajar em compreendê‑lo melhor, ouvindo vozes diversas;

  • reconhecer que certos “erros” que repetimos na vida amorosa não se explicam apenas por falta de informação, mas por padrões inconscientes que pedem trabalho simbólico;

  • aceitar que nossas pesquisas acadêmicas nunca serão puramente objetivas e incorporar autoconhecimento e reflexividade ao fazer ciência.

  • reconhecer que a evolução da consciência não é um caminho de linearidade, mas uma dança entre saber e não saber, entre controle e entrega, entre razão e mito. E que as limitações da consciência – sua parcialidade, sua finitude, sua vulnerabilidade – não são defeito a eliminar, mas matéria‑prima para uma forma mais complexa de estar vivo.


Se pensarmos adiante, esse quadro abre espaço para recolocar Lonergan, Ricoeur, Voegelin, Girard e tantos outros dentro de uma história maior: a história de uma consciência ocidental que, ao começar a se encontrar com seus próprios mitos, sombras e complexidades, talvez esteja finalmente aprendendo a não se tomar como medida absoluta de tudo.


Outros caminhos críticos: consciência em Lonergan, Voegelin, Ricoeur e Girard


Até aqui, olhamos para Jung e Morin como quem amplia as paredes da casa da consciência: de um sujeito racional estreito para um campo vital, simbólico, complexo. Considere-se, por exemplo, Lonergan, Voegelin, Ricoeur, Girard – que também oferecem críticas importantes, embora mantenham uma concepção mais focada de consciência, menos “cosmológica” ou “mítico‑complexa”.


No dia a dia, esses autores ajudam a responder a perguntas que Jung e Morin deixam mais abertas: como avaliar o que é uma decisão responsável? Como distinguir entre interpretações melhores e piores? Como reconhecer quando uma consciência foi sequestrada por uma ideologia ou por um mito sacrificial?


Lonergan: consciência como estrutura intencional e conversão

Bernard Lonergan desmonta outro tipo de simplificação: a ideia de que conhecer é um único ato – ver, ou “ter uma opinião”. Ele insiste que a consciência é uma estrutura dinâmica de operações: experimentar, entender (insight), julgar, decidir. Cada nível pressupõe e completa o anterior, e a responsabilidade aparece quando o sujeito reconhece e assume essa estrutura.


No cotidiano, isso é quase um “treino” da consciência: ser atento, ser inteligente, ser razoável, ser responsável. Quando alguém pula etapas – decide sem entender, julga sem investigar, sente sem elaborar – a consciência funciona de forma empobrecida. Lonergan chama de “conversão intelectual” o momento em que percebemos que conhecer não é ver, mas seguir esse movimento interior.


Sua concepção é mais restrita porque se concentra na intencionalidade cognitiva e moral: consciência é, principalmente, essa autoapropriação dos próprios atos de conhecer e decidir. O inconsciente, o mito, a dimensão arquetípica aparecem menos – embora haja desenvolvimentos posteriores sobre “conversão psíquica”. Ainda assim, é uma contribuição crítica forte: Lonergan combate tanto o empirismo simplificador quanto o relativismo, mostrando que a consciência tem uma estrutura e que podemos aprender a habitá‑la melhor.


Um exemplo cotidiano: quando alguém diz “é tudo relativo” para justificar qualquer escolha, Lonergan poderia responder: não, você sabe, em algum nível, quando está sendo mais ou menos atento, mais ou menos honesto, mais ou menos responsável. A consciência, nesse sentido, não é vazia; ela carrega exigências.


Voegelin: consciência como participação no ser e crítica da ideologia


Eric Voegelin parte de outra inquietação: por que movimentos políticos modernos – fascismo, totalitarismos, fundamentalismos – parecem restringir o horizonte da consciência? Para ele, consciência não é apenas interioridade psicológica, mas participação em uma realidade que transcende o sujeito/objeto: uma “experiência primordial” do ser, que se simboliza em mito, rito, filosofia, religião.


Voegelin fala de “diferenciações da consciência”: modos mais compactos (mito cosmológico, Império antigo) e modos mais diferenciados (filosofia grega, profecia bíblica, mística) de experienciar essa participação. Ideologias modernas seriam tentativas de fechar essa abertura – gnosticismos que prometem salvação intramundana, sequestro da história, supressão do mistério.


Sua concepção é mais restrita porque se foca na consciência histórico‑religiosa e política, com forte acento na tradição greco‑cristã e europeia. O mito entra, mas principalmente como símbolo de experiências de ordem e desordem no campo político. Ainda assim, é profundamente crítica: Voegelin denuncia, por exemplo, quando um movimento político usa mitos para legitimar violência, sacralizar o líder ou fabricar uma “realidade” ideológica – algo muito próximo do que vivemos hoje em várias democracias frágeis.


No cotidiano, isso se vê quando uma pessoa (ou um grupo) passa a acreditar que um líder é “encarnação da história”, que um inimigo é “absolutamente maligno”, que a realidade só existe na narrativa oficial. Voegelin diria: aí a consciência perdeu a capacidade de distinguir símbolo de realidade, mito de experiência; entrou numa espécie de transe ideológico.


Ricoeur: consciência como narrativa de si e hermenêutica do mal


Paul Ricoeur desloca ainda mais o foco: consciência é, para ele, narrativa. Somos quem contamos que somos, mas essa narrativa não é livre; ela se constrói em diálogo com textos, memórias, mitos, histórias de sofrimento e culpa. Ricoeur enfrenta a modernidade não negando o sujeito, mas transformando o “Eu penso” cartesiano em “Eu narro” e “Eu testemunho”: a consciência de si é sempre hermenêutica, mediada por linguagem.


Sua concepção é mais restrita porque enfatiza voluntário e involuntário, identidade narrativa, ética da promessa, dentro de um horizonte intensamente europeu e cristão. O inconsciente freudiano entra como “hermenêutica da suspeita”; o mito, como símbolo que precisa ser reinterpretado. Ainda assim, ele é uma contribuição crítica decisiva: ajuda a perceber como nossa consciência é atravessada por histórias que não escrevemos sozinhos – histórias familiares, religiosas, nacionais – e como podemos reescrevê‑las sem apagar o mal, a dívida, o conflito.


Exemplo cotidiano: alguém que vive repetindo “na minha família sempre foi assim” para justificar um padrão de violência ou silenciamento. Ricoeur convidaria: conte essa história de outro modo, reconheça o mal sem apagá‑lo, veja que há mais personagens e possibilidades do que essa narrativa única.


Girard: consciência da violência e do desejo mimético


René Girard, por fim, pensa a consciência a partir da violência. Ele mostra que desejamos o desejo dos outros – desejo mimético – e que isso leva a rivalidades, crises, linchamentos simbólicos ou reais. Os mitos, para Girard, registram essa violência de forma distorcida: encobrem o mecanismo do bode expiatório, apresentando a vítima como culpada ou divina.


Sua concepção é mais restrita porque se ocupa principalmente da consciência da violência e do desejo, num horizonte bíblico‑cristão e antropológico específico. Ele não desenvolve uma teoria ampla da consciência como Jung ou Morin, mas oferece uma lente poderosa: vemos quando nossa consciência participa de mecanismos coletivos de sacrificar alguém – o “culpado da vez”, o grupo odiado, a pessoa cancelada.


Exemplo cotidiano: aquela sensação de alívio que surge quando um coletivo encontra “um culpado” para a crise – o gestor, o estrangeiro, o vizinho –, e todo ressentimento se despeja sobre ele. Girard diria: essa consciência está entrando no mecanismo sacrificial; é preciso desperta‑la para ver que a violência está em todos.


Ampliar sem desprezar: como juntar essas camadas


Ao incorporar aqui alguns autores como Lonergan, Voegelin, Ricoeur e Girard, tento mostrar que há muitos níveis de crítica da consciência – alguns mais estruturais e epistemológicos (Lonergan), outros mais político‑religiosos (Voegelin, Girard), outros mais narrativos e éticos (Ricoeur) – e que Jung e Morin podem funcionar como horizonte integrador, sem que isso implique desprezo pelos recortes mais restritos.


A consciência ocidental passou por várias “escolas de crise”. Lonergan ensinou a ver que conhecer não é um ato simples. Ricoeur ensinou que ser é narrar‑se. Voegelin mostrou como a consciência pode ser capturada por mitos políticos. Girard mostrou que nosso desejo e nossa violência são miméticos. Jung e Morin, por sua vez, ampliaram a casa – trouxeram o inconsciente coletivo, os mitos universais, a complexidade auto‑eco‑organizacional, o diálogo com o Oriente – e assim nos permitiram compreender melhor tanto a força quanto os limites dessas outras escolas.


P.S.: Usei IA Perplexity Pro no levantamento de informações e Adapta One na elaboração da imagem que ilustra esse artigo, tendo revisado a versão final, sobre a qual assumo inteira responsabilidade.


Referências bibliográficas (para aprofundar essa abordagem)


CAMARGO, Daisy. Jung e Morin: crítica do sujeito moderno e educação. São Paulo: Xamã, 2007.

HENRIQUES, Mendo Castro. A filosofia civil de Eric Voegelin. São Paulo: É Realizações, 2010.

HENRIQUES, Mendo Castro. Bernard Lonergan: uma filosofia para o século XXI. São Paulo: É Realizações, 2010.

JUNG, Carl Gustav. O eu e o inconsciente. Petrópolis: Vozes, edições diversas.

JUNG, Carl Gustav. A natureza da psique. Petrópolis: Vozes, edições diversas.

JUNG, Carl Gustav. Símbolos da transformação. Petrópolis: Vozes, edições diversas.

JUNG, C. G.; WILHELM, Richard. O segredo da flor de ouro: um livro de vida chinês. Petrópolis: Vozes, edições diversas.

MORIN, Edgar. O método 1: a natureza da natureza. Porto Alegre: Sulina, edições diversas.

MORIN, Edgar. O método 3: o conhecimento do conhecimento. Porto Alegre: Sulina, edições diversas.

NEUMANN, Erich. História da origem da consciência. São Paulo: Cultrix, edições diversas.

WEBB, Eugene. Philosophers of Consciousness: Polanyi, Lonergan, Voegelin, Ricoeur, Girard, Kierkegaard. Seattle: University of Washington Press, 1988.

 
 
 

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