A misoginia bolsonarista como dispositivo político: falas, agressões e a economia do ódio contra as mulheres
Objetivo
Este artigo propõe um levantamento analítico das falas, agressões e práticas misóginas atribuídas a Jair Bolsonaro, a políticos, influenciadores e apoiadores identificados com o bolsonarismo, dirigidas contra mulheres na vida pública brasileira entre 1998 e 2026. Não se trata apenas de inventariar episódios isolados, mas de reconhecê-los como um dispositivo político estruturado — uma "polícia de gênero", no sentido de Kate Manne (1) — que opera pela descredibilização epistêmica, pela desumanização sexualizada e pela violência digital em escala industrial. Articulam-se, assim, casos empíricos documentados na imprensa e em relatórios oficiais com categorias da teoria feminista contemporânea e do pensamento complexo.
Resumo
O texto está dividido em cinco seções. A primeira reconstitui o histórico de falas e ações misóginas de Bolsonaro. A segunda apresenta episódios protagonizados por parlamentares e influenciadores bolsonaristas contra mulheres da política e do jornalismo. A terceira analisa dois casos emblemáticos de 2025 e 2026 — a humilhação da ministra Marina Silva no Senado e os ataques sistemáticos à primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja. A quarta situa o racha entre Michelle e Flávio Bolsonaro e a fala do influenciador Paulo Figueiredo — "mulher vota estatisticamente muito mal" — como manifestações da mesma lógica. A quinta oferece uma leitura teórica do fenômeno, apoiada em Manne, Fricker e Biroli, e uma síntese quantitativa a partir do relatório do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) do Ministério das Mulheres.

1. O arquivo Bolsonaro: da agressão física à apologia do estupro
O histórico misógino de Jair Messias Bolsonaro precede em duas décadas sua chegada à Presidência. Em 1998, deputado federal em campanha de reeleição, agrediu pelas costas Conceição Aparecida Aguiar, gerente da Planajur, empresa de consultoria jurídica que atendia ao Exército — episódio apurado pelo Jornal do Brasil e recuperado do acervo da Biblioteca Nacional em 2018 (2). Em 2011, no programa CQC, respondeu à cantora Preta Gil, que perguntara como ele reagiria se um filho seu se envolvesse com uma mulher negra, associando a genealogia da entrevistada à "promiscuidade" (2).
O caso jurídico mais grave veio em 2014: em entrevista à Zero Hora, disse da deputada Maria do Rosário (PT-RS): "Jamais ia estuprar você, você não merece", complementando que ela era "muito ruim", "muito feia" e "não fazia seu gênero". Foi condenado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça em 2017 e a decisão foi mantida no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Marco Aurélio Mello, com indenização de R$ 10 mil por danos morais (2). Na mesma entrevista, defendeu que mulheres em idade fértil deveriam ganhar menos porque a licença-maternidade "onera o patrão" (2).
Em 2017, no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, cunhou a expressão que sintetiza sua concepção de gênero: "Foram quatro homens, aí no quinto eu dei uma fraquejada e veio uma mulher" (2). Como presidente, no Dia Internacional da Mulher de 2019, justificou nomear apenas duas ministras (Damares Alves e Tereza Cristina) num gabinete de 22 argumentando que "cada uma equivale a dez homens" (2). Em 2020, ao comentar acusação contra a jornalista Patrícia Campos Mello, disse que ela "queria dar um furo a qualquer preço", com duplo sentido sexual — foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais (2). Em 2021, vetou o trecho da Lei 14.214 que garantia distribuição gratuita de absorventes a estudantes de baixa renda, mulheres em situação de rua e privadas de liberdade — recuando apenas em março de 2022, por decreto, sob pressão social (2).
2. Ecossistema bolsonarista: parlamentares, influenciadores, ataques em rede
A misoginia bolsonarista não se restringe ao chefe. Ela se difunde por parlamentares, influenciadores e apoiadores que operam como "polícia de gênero" descentralizada. Em setembro de 2022, após debate dos candidatos ao governo de São Paulo no Memorial da América Latina, o deputado estadual bolsonarista Douglas Garcia (Republicanos) hostilizou a jornalista Vera Magalhães chamando-a de "vergonha para o jornalismo brasileiro" — a mesma expressão usada por Bolsonaro dias antes contra ela em debate presidencial. Vera precisou sair escoltada e registrou boletim de ocorrência por ameaça (3).
Manuela D'Ávila, candidata a vice-presidente em 2018, sofreu campanha coordenada de fake news a partir da página "Partido Bolsonaro", que a associava falsamente ao autor da facada em Bolsonaro. Pediu reforço da Polícia Federal ao Tribunal Superior Eleitoral, e a onda de ameaças acabaria por afastá-la da vida política por anos (4).
O caso mais grave permanece o assassinato da vereadora Marielle Franco, executada no Rio de Janeiro em 14 de março de 2018 junto ao motorista Anderson Gomes — cuja investigação revelou envolvimento de milicianos ligados a redes de sociabilidade próximas ao bolsonarismo carioca. O relatório do GTI do Ministério das Mulheres registra, no mesmo estado do Rio de Janeiro, 94 assassinatos políticos entre 1988 e 2022, sendo cinco de mulheres — três delas negras (5).
3. Marina Silva e Janja: dois modos da mesma lógica
Dois casos recentes tornam explícita a estrutura misógina bolsonarista em suas duas variantes contemporâneas — a institucional-parlamentar e a digital-algorítmica.
3.1 Marina Silva: descredibilização no espaço institucional
Em 27 de maio de 2025, na Comissão de Infraestrutura do Senado, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima foi convocada para tratar da criação de unidade de conservação marinha na Margem Equatorial. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), líder do PSDB no Senado, alinhado à retórica bolsonarista, saudou-a com a seguinte fala: "Ministra Marina, é bom vê-la novamente. Ao olhar para a senhora, vejo uma ministra. Não estou me dirigindo a uma mulher, pois a mulher merece respeito, a ministra não. Por isso, quero fazer essa separação" (6). Marina exigiu retratação e, diante da recusa, deixou a sessão declarando ter sido "agredida enquanto exercia seu trabalho tecnicamente" (6).
Não era a primeira agressão do mesmo senador. Em março de 2025, durante a CPI das ONGs, ele proferira: "Imagine suportar a Marina por 6 horas 10 sem enfiá-la?" — ao que a ministra respondeu: "Com a dor dos outros não se brinca. Apenas os psicopatas fazem isso" (6). Na mesma sessão de maio, o presidente da comissão, senador Rogério Marinho (PL-RN), cortou o microfone de Marina, interrompeu-a repetidamente e disse que a ministra deveria "saber seu lugar". Marina replicou: "Eu tenho educação, senhor. O que o senhor quer é que eu seja mulher e suba. Eu não sou. Eu vou falar" (6).
A tríade — corte de microfone, ordem para "saber seu lugar" e desumanização sexual — sintetiza o dispositivo institucional pelo qual se nega autoridade epistêmica a uma mulher negra, nordestina, evangélica dissidente e ambientalista. Trata-se, na formulação de Miranda Fricker (7), de injustiça epistêmica testemunhal exercida sob forma parlamentar: o crédito atribuído ao testemunho é sistematicamente reduzido pelo preconceito identitário.
3.2 Janja: violência digital, deepfake e economia de atenção
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva sintetizou publicamente, em novembro de 2023, a estrutura da violência que sofre: "Sou o alvo preferido dos bolsonaristas. Isso é fato. Por algum motivo, incomodo. [...] Sabia que digitando no Google 'Janja prostituta' aparecem trocentas fake news? Ficaram sem resposta, porque ganham dinheiro com isso. As big techs são responsáveis por muita violência digital. Já fiz denúncias. Tenho três processos na Justiça" (8). A maioria dos ataques que recebe passa por deepfakes — imagens e vídeos gerados por inteligência artificial que sobrepõem seu rosto em contextos sexuais falsos. Em 2022, o MonitorA/AzMina já documentara xingamentos como "macumbeira" — ofensa racializada e religiosa — dirigidos a ela na corrida presidencial (9). O episódio do G20, em novembro de 2024, quando Janja disse "fuck you, Elon Musk" num painel sobre desinformação, foi transformado em novo combustível para ataques coordenados (10).
Se o caso Marina revela o dispositivo institucional, o caso Janja revela o dispositivo algorítmico: a violência é produzida em larga escala, monetizada por plataformas cujas arquiteturas de recomendação amplificam o ódio, e potencializada por tecnologias de IA generativa que fabricam a mulher-alvo como objeto sexual não consentido.
4. O paradoxo interno: Michelle, Flávio e "mulher vota mal"
O caráter estrutural — e não meramente instrumental — da misoginia bolsonarista se evidencia quando ela se volta contra as próprias aliadas. Em 24 de junho de 2026, Michelle Bolsonaro publicou no Instagram dois vídeos, de cerca de 27 minutos cada, em que se disse "apunhalada", "maltratada" e "humilhada" pelo enteado, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O conflito nasceu da disputa pelo palanque do PL no Ceará no fim de 2025: Michelle defendia Eduardo Girão (Novo); Flávio articulou apoio a Ciro Gomes (PSDB) (11).
A frase que Michelle atribuiu ao enteado no telefonema condensa o mesmo dispositivo aplicado a Marina: "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem" (12). O padrão epistêmico é idêntico — a mulher é declarada tecnicamente incompetente para a política, ainda que ocupasse a presidência do PL Mulher desde 2023.
O desdobramento tornou-se ainda mais revelador com a intervenção de Paulo Figueiredo — influenciador bolsonarista radicado nos EUA e neto do último presidente do regime militar. Em live no YouTube de 25 de junho de 2026, comentando o baixo desempenho de Flávio entre eleitoras e ironizando Michelle, declarou: "Mulher vota estatisticamente muito mal. Principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas, em geral, tendem a acompanhar o voto do marido. Mulheres solteiras, não. Podem arrancar os pentelhos das calcinhas, fazer o que quiser, principalmente as feministas, que têm mais pentelhos, mas eu quero dizer a vocês: isso é estatística" (13). Janja respondeu em 30 de junho, na 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento dos ODS: "Faço uma pausa para lamentar que alguém vá à imprensa dizer que nós mulheres não sabemos votar. [...] Nós somos maioria da população e sabemos muito bem conduzir uma nação ao seu pleno desenvolvimento" (13).
Michelle renunciou à presidência do PL Mulher em 30 de junho de 2026 (14). Em reunião com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, este sugeriu que ela declarasse ter gravado o vídeo "emocionalmente mal"; Michelle recusou, respondendo que "refletiu e orou antes da gravação e que não se arrependia de nada" (15). O episódio confirma que a misoginia bolsonarista não é ferramenta seletiva contra adversárias: é estrutura permanente, que atinge inclusive as mulheres do próprio núcleo político.
5. Leitura teórica e dados agregados
Quadro 1 — Dispositivos da misoginia bolsonarista (síntese)
Dispositivo | Mecanismo | Caso exemplar |
Apologia da violência sexual | Desumanização sexualizada como intimidação política | Bolsonaro contra Maria do Rosário (2014); Plínio Valério contra Marina Silva (2025) |
Descredibilização epistêmica | Negação de competência técnica e política | Rogério Marinho contra Marina ("saber seu lugar", 2025); Flávio contra Michelle ("não entende de política", 2025) |
Descredibilização eleitoral | Deslegitimação do voto feminino | Paulo Figueiredo: "mulher vota estatisticamente muito mal" (2026) |
Violência digital algorítmica | Deepfakes, fake news, monetização pelo ódio | Janja: "alvo preferido dos bolsonaristas" (2023) |
Violência física e assassinato | Eliminação da mulher-política | Execução de Marielle Franco (2018) |
Retrocesso em políticas públicas | Veto a direitos reprodutivos e menstruais | Veto de Bolsonaro à Lei 14.214 (2021) |
Kate Manne, em Down Girl: The Logic of Misogyny (1), propõe reconceber a misoginia não como um traço psicológico individual — ódio genérico a mulheres —, mas como o "braço policial" (law enforcement branch) do patriarcado: o conjunto de práticas que pune mulheres que se desviam de seus papéis "tradicionais". Nessa chave, o alvo prioritário não é a mulher em geral, mas a mulher que ocupa espaços de poder, autoridade e voz pública — o que explica por que Marina Silva, Maria do Rosário, Vera Magalhães, Manuela D'Ávila, Marielle Franco, Janja e mesmo Michelle Bolsonaro tornam-se alvos.
Miranda Fricker (7), por sua vez, oferece a categoria de injustiça epistêmica: quando o testemunho de uma pessoa é sistematicamente desqualificado em razão de sua identidade social (gênero, raça, região), instaura-se uma forma específica de violência simbólica que nega à vítima seu estatuto de sujeito de conhecimento. Os cortes de microfone contra Marina, o "não entende nada de política" contra Michelle e o "vota mal" contra as mulheres em geral são variações da mesma operação epistêmica.
Flávia Biroli (16), em sua obra sobre gênero e democracia no Brasil, demonstra que a subrepresentação política das mulheres não é acidental nem meramente cultural: é produzida por dispositivos institucionais, partidários e midiáticos que operam de modo articulado. Os dados do GTI do Ministério das Mulheres confirmam empiricamente essa arquitetura: 82% das legisladoras já sofreram violência psicológica; 65,5% receberam comentários sexuais humilhantes; 44,4% receberam ameaças de morte, estupro ou espancamento (17). Nas eleições de 2022, o MonitorA analisou 1,7 milhão de tweets dirigidos a candidatas: 24,2% das mensagens no Twitter foram ofensivas; ao menos sete candidatas foram assassinadas no ciclo eleitoral de 2020 (17).
À luz do pensamento complexo de Edgar Morin (18), pode-se ler o fenômeno como um sistema recursivo: as falas do chefe autorizam parlamentares e influenciadores; a violência digital amplifica os efeitos e retroalimenta o discurso público; as plataformas monetizam o ódio; a vítima é forçada a se retirar do espaço público, o que reduz a diversidade política e reforça o próprio ciclo. Não há causa isolada — há uma trama causal-organizacional em que Estado, partido, mídias digitais, capital de plataforma e imaginário patriarcal se coproduzem.
6. Conclusão
A misoginia bolsonarista não é acidente de percurso nem excesso retórico de um líder — é dispositivo político estruturado, com genealogia identificável (1998–2026), com sintaxe recorrente (desumanização sexualizada, descredibilização epistêmica, violência algorítmica, retrocesso legislativo) e com efeitos mensuráveis sobre a participação política feminina no Brasil. Sua persistência ao longo de quase três décadas, atravessando cargos, partidos, plataformas e conjunturas — e sua capacidade de atingir tanto adversárias históricas (Maria do Rosário, Manuela D'Ávila, Marielle Franco, Marina Silva, Janja) quanto aliadas centrais (Michelle Bolsonaro) — revela que se trata de infraestrutura ideológica e não de episódio.
Enfrentá-la exige, simultaneamente, resposta institucional (aplicação da Lei 14.192/2021 sobre violência política contra a mulher, ampliação da representação feminina nos partidos), regulação das plataformas (responsabilização por deepfakes, moderação de conteúdo, transparência algorítmica), pedagogia pública (educação em direitos humanos e cidadania de gênero) e produção intelectual crítica capaz de nomear o dispositivo e desnaturalizá-lo. Como advertiu Marina Silva ao deixar a sessão do Senado, é preciso "falar" — mesmo quando cortam o microfone, mesmo quando se exige que "se saiba o lugar".
Referências
(1) MANNE, Kate. Down Girl: the logic of misogyny. Oxford: Oxford University Press, 2017. Resenha disponível em: https://www.cambridge.org/core/services/aop-cambridge-core/content/view/D9C7D04DD88D995EB865D496344BEA55/S2753906700002564a.pdf/kate-manne-down-girl-the-logic-of-misogyny-oxford-oxford-university-press-2017-isbn-978-0-19-060498-1.pdf. Acesso em: 7 set. 2026.
(2) BRASIL DE FATO. Veja nove vezes em que Bolsonaro atacou os direitos das mulheres. 7 mar. 2022. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2022/03/07/veja-nove-vezes-em-que-bolsonaro-atacou-os-direitos-das-mulheres/. Acesso em: 7 set. 2026.
(3) O GLOBO. Deputado Douglas Garcia ofende jornalista Vera Magalhães em debate dos candidatos ao governo de SP. Set. 2022. Disponível em: https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/09/deputado-douglas-garcia-ofende-jornalista-vera-magalhaes-em-debate-dos-candidatos-ao-governo-de-sp.ghtml. Acesso em: 7 set. 2026.
(4) O GLOBO. Manuela D'Ávila relata ameaça e pede reforço da PF e investigação da PGR. 2018. Disponível em: https://oglobo.globo.com/politica/manuela-davila-relata-ameaca-pede-reforco-da-pf-investigacao-da-pgr-23097589. Acesso em: 7 set. 2026.
(5) BRASIL. Ministério das Mulheres. Enfrentamento à violência política contra as mulheres: relatório final do Grupo de Trabalho Interministerial. Brasília, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/gti-enfrentamento-violencia-politica-relatoriofinal.pdf. Acesso em: 7 set. 2026.
(6) BBC BRASIL. Marina Silva atacada no Senado: o que motivou as ofensas?. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ceqg02g3z8po. Acesso em: 7 set. 2026.
(7) FRICKER, Miranda. Epistemic Injustice: power and the ethics of knowing. Oxford: Oxford University Press, 2007.
(8) PODER360. Big techs são responsáveis por muita violência digital, diz Janja. 5 nov. 2023. Disponível em: https://www.poder360.com.br/governo/big-techs-sao-responsaveis-por-muita-violencia-digital-diz-janja/. Acesso em: 7 set. 2026.
(9) AZMINA. MonitorA — Eleições 2022. Disponível em: https://azmina.com.br/projetos/monitora-eleicoes-2022/. Acesso em: 7 set. 2026.
(10) CNN BRASIL. "Fuck you, Elon Musk", diz Janja em evento do G20. Nov. 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/fuck-you-elon-musk-diz-janja-em-evento-do-g20/. Acesso em: 7 set. 2026.
(11) G1. Michelle e Flávio Bolsonaro: vídeo expõe crise e racha na família. 25 jun. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/06/24/video-de-michelle-sobre-flavio-entenda-a-crise-e-o-racha-na-familia-bolsonaro.ghtml. Acesso em: 7 set. 2026.
(12) PODER360. Michelle diz ter sido "humilhada" por Flávio e que não o procura mais. 24 jun. 2026. Disponível em: https://www.poder360.com.br/poder-partidos-politicos/michelle-diz-ter-sido-humilhada-por-flavio-e-que-nao-o-procura-mais/. Acesso em: 7 set. 2026.
(13) O GLOBO. Janja reage à declaração de influenciador bolsonarista de que mulher vota muito mal. 1 jul. 2026. Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a-escuta-das-redes/noticia/2026/07/01/janja-reage-a-declaracao-de-influenciador-bolsonarista-de-que-mulher-vota-muito-mal.ghtml. Acesso em: 7 set. 2026.
(14) CONGRESSO EM FOCO. Após crise com Flávio, Michelle deixa presidência do PL Mulher. 30 jun. 2026. Disponível em: https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/120122/apos-crise-com-flavio-michelle-deixa-presidencia-do-pl-mulher. Acesso em: 7 set. 2026.
(15) FOLHA DE S.PAULO. Michelle não dá sinal de trégua, e Flávio Bolsonaro já admite ausência de ex-primeira-dama na campanha. 4 jul. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/michelle-nao-da-sinal-de-tregua-e-flavio-bolsonaro-ja-admite-ausencia-de-ex-primeira-dama-na-campanha.shtml. Acesso em: 7 set. 2026.
(16) BIROLI, Flávia. Gênero e desigualdades: limites da democracia no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2018.
(17) BRASIL. Ministério das Mulheres. Enfrentamento à violência política contra as mulheres: relatório final do GTI [dados agregados]. Cf. referência (5).
(18) MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Trad. Eliane Lisboa. 5. ed. Porto Alegre: Sulina, 2015.
P.S.: Usei a IA Perplexity Pro na busca e organização de informações, e usei a IA GPT 5-6 na elaboração da ilustração para o texto, que foi concebido, editado e revisado por mim.


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