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Da moeda de papel ao aplicativo: a emergência de uma economia solidária digital


Objetivo


Analisar e interpretar as transformações recentes da economia solidária no Brasil, com destaque para a emergência de uma economia solidária digital, articulando essa mudança a dois processos concretos e complementares: a digitalização dos bancos comunitários de desenvolvimento, liderada pelo Instituto E-Dinheiro Brasil, e a plataformização cooperativa do trabalho, exemplificada pelo projeto Ecosol Digital, em desenvolvimento pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mobilizam-se, na medida do necessário, categorias da teoria da delimitação de sistemas sociais de Guerreiro Ramos e do paradigma da complexidade proposto por Edgar Morin para interpretar o alcance e os limites dessas transformações. Trata-se de um artigo introdutório, mais empírico do que teórico.



Introdução


A economia solidária brasileira nasceu, nas décadas de 1980 e 1990, como resposta prática ao desemprego estrutural e à desagregação de vínculos de trabalho assalariado, organizando-se em torno de cooperativas populares, empreendimentos autogestionários, clubes de troca e redes de produção e consumo (1, 2). Trata-se de um campo heterogêneo, cuja unidade não decorre de uma forma jurídica única, mas de um conjunto de princípios — autogestão, cooperação, solidariedade e finalidade social do trabalho — que a distanciam da racionalidade estritamente mercantil.


Nas últimas duas décadas, esse campo passou por uma inflexão importante: a digitalização. O que começou como iniciativas isoladas de informatização de controles internos tornou-se, mais recentemente, um processo de reconfiguração profunda de duas frentes centrais da economia solidária — as finanças solidárias, com a migração das moedas sociais de papel para plataformas digitais geridas por bancos comunitários; e o próprio trabalho, com a tentativa de constituir cooperativas de plataforma capazes de disputar, tecnologicamente, o terreno hoje dominado pelos aplicativos de entrega e transporte. Este texto percorre essas duas frentes, tomando como fio condutor o Instituto E-Dinheiro Brasil, de um lado, e o projeto Ecosol Digital da UFSC e do MTE, de outro, como expressões emblemáticas de uma mesma transformação em curso.


Da lata ao aplicativo: a economia solidária muda de pele


Falar em "economia solidária digital" não significa apenas trocar o papel pelo aplicativo. Em termos da teoria da delimitação de sistemas sociais de Guerreiro Ramos, é possível dizer que o que está em jogo é a tentativa de garantir a sobrevivência e a expansão de enclaves isonômicos e fenonômicos — espaços de convivência entre pares, cooperação e autorrealização — dentro de um ambiente tecnológico historicamente construído para maximizar a racionalidade instrumental do capital de plataforma (16). A digitalização não é neutra: pode tanto ampliar o alcance da solidariedade quanto submetê-la à lógica que ela originalmente contestava.


O caso mais emblemático dessa mudança de pele é o do Banco Palmas, fundado em 1998 no Conjunto Palmeiras, periferia de Fortaleza (CE), reconhecido como o primeiro Banco Comunitário de Desenvolvimento (BCD) do país (3). Sua trajetória resume, em miniatura, a própria história da digitalização da economia solidária brasileira: de um clube de trocas informal, batizado Palmares, entre os anos 2000 e 2002, para uma moeda social em papel, as Palmas, que passou a circular em todo o bairro a partir de 2002 (4); dali para o PalmaCard, primeiro formato em cartão; e, finalmente, para o Palmas E-Dinheiro, serviço de pagamentos móveis lançado em 9 de abril de 2015 (5). Essa sequência ilustra bem o que Edgar Morin chamaria de processo de auto-eco-organização: um sistema que se reorganiza continuamente a partir de sua própria história e das pressões do ambiente, sem perder inteiramente sua identidade fundadora (17).


O amparo legal para essa migração veio com a Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, que regulamentou os arranjos de pagamento e abriu caminho para que moedas sociais lastreadas no real circulassem também em formato eletrônico (1, 6). É a partir desse marco regulatório — e não antes dele — que o fenômeno ganha escala: em 2013 nasce o Banco Mumbuca, em Maricá (RJ), primeira moeda complementar originalmente digital do Brasil; e, em novembro de 2014, é criado o Instituto E-Dinheiro Brasil, responsável por transformar essa digitalização pontual em infraestrutura compartilhada por toda uma rede de bancos comunitários (7, 8).


Bancos comunitários e o Instituto E-Dinheiro: a moeda social ganha CPF digital


O Instituto E-Dinheiro Brasil é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) de microcrédito, sediada no Conjunto Palmeiras, que atua como uma fintech social e é a coordenadora nacional tanto da Rede Brasileira de Bancos Comunitários (RBBC), criada em 2006, quanto da Rede de Bancos Digitais Solidários (9, 10). Sua plataforma, o E-Dinheiro, funciona como uma conta digital pré-paga — um arranjo de pagamento não integrante do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), mas devidamente cadastrado e supervisionado pelo Banco Central — que oferece aplicativo, internet banking e cartão, permitindo saldo, extrato, pagamentos, transferências e resgate em moeda social paritária ao real (7, 1).


A escala alcançada por essa infraestrutura é expressiva. Em 2024, o Brasil registrou cerca de onze milhões de transações em moedas sociais digitais, somando um bilhão de reais em compras, realizadas por aproximadamente 235 mil pessoas em estabelecimentos credenciados; até o fim daquele ano, 161 moedas sociais estavam em circulação simultânea com o real, lideradas pelo Ceará, com 38 delas (11). Em 2022, a própria RBBC já reunia 152 bancos comunitários — incluindo oito bancos municipais —, com 225 mil usuários, 22 mil estabelecimentos credenciados e cinquenta milhões de reais em crédito liberado no ano anterior a taxas de juros muito inferiores às do mercado bancário convencional (10, 12). Entre os bancos que adotaram a plataforma E-Dinheiro estão o Banco Itapoã e o Banco Estrutural, em Brasília (DF); o Banco Bem, em Vitória (ES); o Instituto Tupinambá, em Itaú de Minas (MG); o Banco Liberdade, em Belo Horizonte (MG); e, com destaque de escala, o próprio Banco Mumbuca, em Maricá (5).


Em termos da teoria de Guerreiro Ramos, os bancos comunitários digitais podem ser lidos como enclaves isonômicos com forte componente fenonômico: isonômicos porque operam por meio de vínculos de proximidade, deliberação comunitária e reciprocidade territorial; fenonômicos porque abrigam formas de reconhecimento, pertencimento e autonomia que não se esgotam no cálculo de meios e fins. Ao mesmo tempo, permanecem parcialmente subordinados ao enclave econômico dominante, na medida em que dependem de regulação do Banco Central, de paridade cambial com o real e de parcerias tecnológicas externas — o que impede qualquer leitura celebratória de ruptura plena com a racionalidade instrumental (1).


A convergência mais recente entre essa infraestrutura financeira e a política pública de economia solidária apareceu em julho de 2026, quando o Instituto E-Dinheiro testou, durante a 32ª Feira Internacional do Cooperativismo e da Economia Solidária (Feicoop), a tecnologia "Moeda Social Circulando na Palma da Mão" — pagamento por biometria da palma da mão —, desenvolvida para a Rede Brasileira de Bancos Comunitários com apoio da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE) (13). O episódio é significativo porque revela que o mesmo ministério que hoje patrocina a inovação nas finanças solidárias é também parceiro direto da segunda frente de digitalização que examinamos a seguir: a plataformização cooperativa do trabalho.


Plataformas cooperativas e o caso Ecosol Digital: quando o entregador vira sócio


Se a digitalização das finanças solidárias já percorreu duas décadas de maturação, a plataformização cooperativa do trabalho é uma frente muito mais recente e ainda em construção. Seu exemplo mais atual é o projeto Ecosol Digital, iniciado em março de 2026 a partir de uma parceria entre o MTE e a UFSC, que busca desenvolver uma plataforma pública de código aberto, em arquitetura white label (altamente customizável), voltada a cooperativas de trabalhadores por aplicativo — entregadores, motoristas, artesãos e outras categorias submetidas à intermediação digital de grandes empresas de tecnologia (14). Coordenado pela professora Patrícia Plentz, do Departamento de Informática e Estatística da UFSC, o projeto tem como primeira etapa, com duração prevista de dezoito meses, a criação de um aplicativo para motofretistas e entregadores, em colaboração voluntária com a Associação Motasso, da Grande Florianópolis (14).


O objetivo declarado do Ecosol Digital é explícito quanto à disputa de racionalidades: reduzir a dependência das plataformas de empresas que hoje dominam o mercado, devolvendo aos próprios trabalhadores a autonomia nas tomadas de decisão, a precificação justa e a transparência nos contratos de trabalho (14). Em termos guerreiristas, trata-se de uma tentativa de recontextualizar a racionalidade instrumental que rege hoje o trabalho por aplicativo — orientada quase exclusivamente pela maximização de eficiência e lucro para a empresa intermediária — por uma racionalidade substantiva, na qual isonomia (decisão compartilhada entre cooperados) e fenonomia (reconhecimento do trabalho como expressão de vocação e não apenas de sobrevivência) voltam a ocupar espaço central. Não por acaso, a equipe do projeto reúne também pesquisadores da sociologia do trabalho, o que sinaliza a consciência de que o desafio não é meramente técnico, mas civilizatório.


Em termos do paradigma da complexidade, o Ecosol Digital e o Instituto E-Dinheiro Brasil formam um sistema dialógico e recursivo: são iniciativas distintas — uma financeira e territorial, outra tecnológica e laboral —, promovidas por atores diferentes, mas conectadas pelo mesmo ministério articulador (o MTE, por meio da Senaes) e voltadas ao mesmo horizonte normativo de fortalecer enclaves substantivos frente à hegemonia do mercado. O princípio dialógico permite compreender como competição e cooperação, dependência tecnológica e busca de autonomia, coexistem sem se anular nessas duas experiências. O princípio recursivo, por sua vez, ajuda a perceber que essas iniciativas não apenas respondem a uma economia de plataformas já consolidada, mas também retroagem sobre ela, produzindo experimentação institucional que poderá, no futuro, influenciar novas políticas públicas e novos desenhos regulatórios.


Vale registrar que a plataformização da economia solidária brasileira não segue um caminho único. Convivem, por exemplo, o Ecosol Digital da UFSC e do MTE, de escopo nacional e tecnologia própria, com iniciativas estaduais de perfil distinto, como o aplicativo Ecosol Digital da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social do Rio Grande do Norte (Sethas/RN), lançado em 2022 como ferramenta de cadastro, crédito solidário e vitrine virtual para empreendimentos de economia solidária já existentes (15).


A coincidência de nomes não é acidental — ambas remetem à mesma matriz semântica de "economia solidária digital" —, mas os dois projetos atuam em escalas e funções complementares: um como infraestrutura tecnológica para cooperativas de trabalho por aplicativo em construção; o outro como visibilidade e gestão de empreendimentos solidários já consolidados.


Quadro comparativo: duas frentes da economia solidária digital

Dimensão

Foco principal

Exemplo emblemático

Emergência

Articulador institucional

Leitura guerreirista

Digitalização das finanças solidárias

Moeda social digital e crédito comunitário

Banco Palmas / Instituto E-Dinheiro Brasil

Fundação em 1998; plataforma E-Dinheiro desde 2014, sob a Lei nº 12.865/2013 (1, 9)

Rede Brasileira de Bancos Comunitários;Banco Central

Enclave isonômico com traços fenonômicos, ainda tensionado pela regulação e pela paridade cambial com o real

Plataformização cooperativa do trabalho

Aplicativos próprios para cooperativas de trabalhadores digitais

Ecosol Digital (UFSC/MTE)

Projeto iniciado em março de 2026, etapa-piloto de 18 meses (14)

Ministério do Trabalho e Emprego; Associação Motasso

Tentativa de recontextualizar a racionalidade instrumental das plataformas por isonomia decisória e fenonomia do trabalho

Gestão digital de empreendimentos já constituídos

Cadastro, crédito e comercialização de EES

Ecosol Digital (Sethas/RN)

Decreto de abril de 2022 (15)

Governo do Estado do Rio Grande do Norte

Digitalização administrativa a serviço de enclaves de economia já existentes, sem alterar sua racionalidade de origem


Considerações finais


As transformações aqui discutidas mostram que a economia solidária digital não é um bloco único, mas um campo de experimentações paralelas, ora convergentes, ora dessincronizadas. A digitalização das finanças solidárias, capitaneada pelo Instituto E-Dinheiro Brasil e pela Rede Brasileira de Bancos Comunitários, já acumula mais de uma década de maturação institucional, escala nacional e reconhecimento do Banco Central, mesmo que permaneça, em termos guerreiristas, presa a uma paridade estrutural com a moeda oficial e ao enclave econômico que busca relativizar. A plataformização cooperativa do trabalho, exemplificada pelo Ecosol Digital da UFSC e do MTE, está apenas começando, e seu teste real virá do primeiro aplicativo voltado a motofretistas, ainda em fase piloto.


Em termos morinianos, o que une essas duas frentes não é uma solução tecnológica comum, mas um mesmo diagnóstico complexo: a constatação de que a racionalidade instrumental do mercado, ao se apropriar das tecnologias digitais, tende a colonizar tanto a circulação do dinheiro quanto a organização do trabalho, e que a resposta solidária a esse processo não pode prescindir da própria tecnologia — precisa disputá-la, redesenhá-la e reorientá-la a partir de dentro. Nesse sentido, tanto a moeda social que "ganha CPF digital" quanto o aplicativo que devolve a palavra final ao cooperado são, cada um a seu modo, ensaios de uma mesma aposta: a de que a autonomia, a cooperação e a autorrealização humana ainda podem encontrar enclaves substantivos mesmo em um mundo cada vez mais mediado por interfaces digitais.


Referências


1.       Instituto E-Dinheiro Brasil. A plataforma das moedas sociais municipais e comunitárias do Brasil. [S.l.], 2026. Disponível em: https://edinheiro.org/. Acesso em: 27 jul. 2026.

2.       Cruz, Douglas Aleixo Santos da; Oliveira, Raimundo Corrêa de; Freitas, Silvia Regina Sampaio. Bancos Comunitários e Moedas Sociais Digitais como Mecanismos de Inclusão Financeira e Economia Solidária: uma revisão sistemática da literatura. Cadernos de Prospecção, Salvador, v. 16, n. 3, p. 590-605, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/nit/article/view/50418. Acesso em: 27 jul. 2026.

3.       Araújo, Angelica Catarine da Mota; Oliveira, Verônica Macário de; Correia, Suzanne Érica Nóbrega. Consumo sustentável e inovação social: o caso da moeda social do Banco Palmas. Revista Eletrônica de Ciência Administrativa, v. 20, n. 1, p. 140-170, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.21529/RECADM.2021005. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/7959300.pdf. Acesso em: 27 jul. 2026.

4.       Rigo, Ariádne Scalfoni; Ventura, Andréa Cardoso. Reaplicação ou replicação? Transformações da tecnologia e da moeda social palmas na plataforma e-dinheiro. Revista Organizações & Sociedade, Salvador, v. 32, n. 112, p. 1-35, 2025. DOI: 10.1590/1984-92302025v32n0008PT. Disponível em: https://www.scielo.br/j/osoc/a/J77BH5T3Xgx8LsvqkhwDzDS/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 27 jul. 2026.

5.       Cernev, Adrian Kemmer; Diniz, Eduardo Henrique. Palmas para o e-dinheiro! A evolução digital de uma moeda social local. Revista de Administração Contemporânea, v. 24, n. 5, art. 7, p. 487-506, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-7849rac2020190390. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rac/a/n3TkXYtmk8kqRBXvrdxSp9c/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 27 jul. 2026.

6.       Tavares, Yasmim. Sai o real, entra a moeda social: economia solidária é aposta para enfrentar desigualdade. Valor Investe, São Paulo, 17 maio 2022. Disponível em: https://valorinveste.globo.com/produtos/servicos-financeiros/noticia/2022/05/17/sai-o-real-entra-a-moeda-social-economia-solidaria-e-aposta-para-enfrentar-desigualdade.ghtml. Acesso em: 27 jul. 2026.

7.       E-Dinheiro Brasil. Sobre nós. [S.l.], 2018. Disponível em: http://edinheirobrasil.org/sobre-nos/. Acesso em: 27 jul. 2026.

8.       Gonzalez, Lauro; Cernev, Adrian Kemmer; Araujo, Marcelo Henrique de; Diniz, Eduardo H. Moedas complementares digitais e políticas públicas durante a crise da COVID-19. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 54, n. 4, p. 1146-1160, jul./ago. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0034-761220200234. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rap/a/qST3Tb7Hc8kgbZvLKZd76cr/?lang=pt. Acesso em: 27 jul. 2026.

9.       Banco Municipal. Quem somos. [S.l.], 2020. Disponível em: https://bancomunicipal.org/quem-somos/. Acesso em: 27 jul. 2026.

10.   Palhares, Dario. Bancos digitais municipais - Parte 2: fintech e-dinheiro prevê o lançamento de 40 moedas digitais municipais até 2023. Finsiders Brasil, [S.l.], 16 nov. 2022. Disponível em: https://finsidersbrasil.com.br/bancos-digitais/bancos-comunitarios-parte-2-e-dinheiro-preve-o-lancamento-de-40-moedas-digitais-municipais-ate-2023/. Acesso em: 27 jul. 2026.

11.   Vero Notícias. Brasil registrou R$ 1 bilhão em transações com moedas sociais. [S.l.], 2 mar. 2025. Disponível em: https://veronoticias.com/economia/brasil-registrou-r-1-bilhao-em-transacoes-com-moedas-sociais/. Acesso em: 27 jul. 2026.

12.   Lima, Viviane; Matos, Ronaldo. 'Não me cobram nenhum tostão': ela usa moeda social para suas vendas. UOL, São Paulo, 25 maio 2024. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2024/05/25/nao-me-cobram-nenhum-tostao-ela-usa-moeda-social-para-suas-vendas.htm. Acesso em: 27 jul. 2026.

13.   UFSM. Projeto da UFSM testará moeda social digital e pagamento por biometria da palma da mão durante a 32ª Feicoop. Santa Maria, 9 jul. 2026. Disponível em: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/07/09/projeto-da-ufsm-testara-moeda-social-digital-e-pagamento-por-biometria-da-palma-da-mao-durante-a-32a-feicoop. Acesso em: 27 jul. 2026.

14.   Notícias UFSC. UFSC desenvolve plataforma de código aberto para fortalecer economia solidária digital. Florianópolis, 30 abr. 2026. Disponível em: https://noticias.ufsc.br/2026/04/pesquisadores-da-ufsc-e-mte-desenvolvem-plataforma-para-fortalecer-economia-solidaria-digital/. Acesso em: 27 jul. 2026.

15.   NE9. Programa de Economia Solidária do RN ganha aplicativo para divulgação e comercialização. Natal, 13 abr. 2022. Disponível em: https://ne9.com.br/programa-de-economia-solidaria-do-rn-ganha-aplicativo-para-divulgacao-e-comercializacao/. Acesso em: 27 jul. 2026.

  1. Guerreiro Ramos, Alberto. A nova ciência das organizações. Tradução de Francisco Heidemann e Ariston Azevedo. Florianópolis: Enunciado Publicações, 2022.

  2. Morin, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Tradução de Eliane Lisboa. Porto Alegre: Sulina, 2007.

 
 
 

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